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DuForno – Abril de 2026


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ABRIL FOI UM MÊS DE PRESENÇA, MOBILIZAÇÃO E AVANÇOS IMPORTANTES

Estivemos no ATL (Acampamento Terra Livre), fortalecendo articulações em torno da memória, verdade e justiça para os povos indígenas, em um dos momentos mais potentes do movimento indígena no país. Ao mesmo tempo, seguimos ampliando nossas ações nos territórios, com o avanço do curso de voluntariado do Banho pra Geral, novas parcerias, entregas nas ruas e o fortalecimento das nossas frentes de formação, produção de conhecimento e incidência.

Seguimos em movimento, conectando pessoas, projetos e causas que constroem caminhos mais justos no presente.

A PRESENÇA DO INSTITUTO RELACIONAIS NO ATL

Entre os dias 06 e 10 de abril, o ATL (Acampamento Terra Livre) reuniu lideranças indígenas de todo o país, organizações da sociedade civil, instituições públicas e representantes internacionais em uma agenda intensa de plenárias, marchas e reuniões estratégicas.

No dia 06 de abril realizamos na plenária Geral do ATL a mesa: “Memória, Verdade e Justiça para Povos Indígenas: por uma CNIV” com a Coordenação do Fórum e convidados: Paulino Montejo (APIB). Marlon Weichert (MPF), Daniela Greeb (IPR), Elaine Moreira (OBIND-UnB) , Braulina Baniwa  (Antropóloga e pesquisadora e articuladora do projeto JTPI), Rubens Valente (jornalista e especialista Fórum), Elisa Pankararu (Liderança Indígena da APOINME) e Ricardo Terena (jurídico APIB).

A pauta pela criação da Comissão Nacional Indígena da Verdade (CNIV) ganhou centralidade durante a plenária, impulsionada por relatos contundentes de lideranças indígenas sobre violações, torturas e violências históricas ainda não reparadas.

Assista na íntegra https://www.youtube.com/live/4ZyBQTfOe6I 

TENDA MEMÓRIA VERDADE E JUSTIÇA PARA POVOS INDÍGENAS NO ATL

A tenda promoveu o debate interinstitucional para revelação da verdade, o resgate da memória, a reparação integral e a não repetição da violação de direitos cometida contra os povos indígenas, com o propósito de promover mudanças estruturais que garantam a não repetição das violações, justiça efetiva para esses povos, o reconhecimento e o respeito pleno a seus direitos fundamentais, territoriais, culturais e sociopolíticos.

Ao longo dos dias, também se destacaram articulações com lideranças indígenas, organismos internacionais e representações diplomáticas, ampliando o reconhecimento da luta indígena no cenário global e fortalecendo alianças institucionais.

O Instituto de Políticas Relacionais esteve presente ao longo de toda a programação, integrando a construção do projeto de Justiça de Transição para Povos Indígenas junto à APIB (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil), OBIND-UnB (Observatório de Direitos e Políticas Indígenas), MPF (Ministério Público Federal – 6ª CCR), Armazém Memória com apoio da Embaixada da Noruega entre outros parceiros. E, contou  ainda com o apoio do Fórum Memória, Verdade, Reparação Integral, Não Repetição e Justiça para os Povos Indígenas que tem mais de 60 organizações parceiras.

Na Tenda Memória, Verdade e Justiça para os Povos Indígenas, realizamos oficinas, encontros com lideranças, devolutivas de pesquisa nos territórios e articulações institucionais, consolidando o espaço como um ponto estratégico de formação, escuta e incidência política dentro do ATL.

Um dos momentos de maior destaque foi a reunião da APIB com mais de 30 embaixadas, que aconteceu com apoio da nossa tenda.

Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), em conjunto com suas 7 (sete) organizações regionais de base, realizou, no dia 08 de abril de 2026, uma reunião de recepção com embaixadas, organismos internacionais e representantes do Estado brasileiro, reafirmando a importância do diálogo internacional diante do agravamento da crise climática, da violência e da ofensiva permanente contra os direitos dos povos indígenas no Brasil. Durante o encontro, a APIB reafirmou que os territórios indígenas seguem no centro de uma disputa política, econômica e climática. O avanço do Marco Temporal, da flexibilização do licenciamento ambiental, da exploração mineral, da abertura de novas frentes de petróleo e gás, da expansão do agronegócio e de empreendimentos sobre os territórios indígenas compõem uma agenda de violência e morte que ameaça povos, biomas e a própria democracia.

Nesse encontro, o projeto de Justiça de Transição recebeu reconhecimento internacional: o embaixador da Noruega, país que apoia a iniciativa, destacou a relevância do trabalho desenvolvido, assim como o secretário da Suíça, que ressaltou a importância da cartilha da metodologia de escuta ancestral construída pelo projeto.

Também avançamos em diálogos institucionais importantes, como a reunião com o ACNUDH/ONU, ampliando possibilidades de cooperação para as próximas etapas do projeto.

Realizamos oficinas “Como pesquisar no acervo indígena do Armazém Memória”, onde conversamos sobre a importância da pesquisa para disputa da história e mostraremos ferramentas de pesquisa no acervo do Centro de Referência Virtual Indígena (CRVI) do Armazém Memória. O CRVI-AM conta, atualmente, com mais de 2,5 milhões de páginas de documentos disponíveis para todo público e segue se expandindo. É uma ferramenta de luta para processos de reparação.

Foi um lugar de encontro com os pesquisadores indígenas e além da Tenda estivemos nas tendas das regionais da Apoinme e do CIR (COIAB)  para dar devolutiva do projeto Justiça de Transição para Povos Indígenas.

Seguimos, assim, fortalecendo uma construção coletiva que conecta memória, produção de conhecimento e incidência política com os povos indígenas no centro desse processo.

🏹ABAIXO ASSINADO PARA CRIAÇÃO DA CNIV – COMISSÃO NACIONAL INDÍGENA DA VERDADE

A proposta da CNIV é fruto da articulação do Fórum Memória, Verdade, Reparação Integral, Não Repetição e Justiça para os Povos Indígenas ,que reúne organizações indígenas, instituições públicas, acadêmicas e da sociedade civil, com o objetivo de enfrentar a histórica negação de direitos e violências sofridas pelos povos originários no Brasil.

ASSINA LULA🖊️‼️

Contamos com seu apoio, assine aqui: https://www.change.org/PorUmaComissãoNacionalIndígenadaVerdade 

CURSO DE VOLUNTARIADO BANHO PRA GERAL

A formação de voluntários do Projeto Banho Pra Geral segue avançando e já mobilizou um número significativo de participantes interessados em contribuir com ações de cuidado, dignidade e acolhimento à população em situação de rua.

Até o momento, 117 pessoas já acessaram a plataforma do curso, sendo 111 participantes externos ao Instituto de Políticas Relacionais. Deste total, 10 pessoas já concluíram a formação, enquanto 45 seguem em andamento e 62 ainda não iniciaram os conteúdos.

Os dados mostram um bom engajamento inicial, especialmente nas primeiras aulas. A aula de abertura do curso já soma 137 acessos, seguida pela apresentação do projeto (108 acessos) e conteúdos como o termo de adesão (87 acessos) e vídeos institucionais (85 e 80 acessos). Esses números indicam um forte interesse inicial dos participantes, reforçando a importância de estratégias de incentivo à continuidade da formação.

O curso é composto por módulos que abordam desde a apresentação do projeto até reflexões sobre voluntariado, impacto social, solidariedade e práticas de cuidado — conteúdos fundamentais para qualificar a atuação dos voluntários nas ações do Banho Pra Geral.

Importante: a formação é gratuita, online e autoinstrucional, ou seja, cada pessoa pode realizar no seu próprio ritmo, de acordo com sua disponibilidade.

Sobre o curso

A formação tem como objetivo preparar e engajar voluntários para atuação no projeto, promovendo uma compreensão crítica sobre o voluntariado, suas implicações sociais e a importância de práticas éticas e comprometidas no cuidado com pessoas em situação de rua.

O Banho Pra Geral é uma iniciativa que leva cuidado, afeto e respeito à população em situação de rua, por meio de uma carreta equipada com chuveiros de água quente, promovendo dignidade, escuta e acolhimento em diferentes regiões da cidade de São Paulo.

O projeto é realizado pelo Instituto de Políticas Relacionais, com apoio de emenda parlamentar da vereadora Marina Bragante, via Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) da Prefeitura de São Paulo.

Ainda não se inscreveu?

Se você deseja fazer parte dessa rede de cuidado e transformação, ainda dá tempo de participar!

Acesse o link: banhoprageral.org.br/curso

Participe e venha construir, junto com a gente, ações que geram impacto real na vida das pessoas.

NAS RUAS: PRESENÇA, MEMÓRIA E IMPACTO

As ações de abril foram marcadas por encontros potentes e gestos que carregam significado.

Contamos com a presença de Thaíde, rapper, compositor, produtor, apresentador, dançarino e ator brasileiro, que esteve com a gente nas ruas e trouxe uma reflexão importante ao relembrar sua própria história — quando o único ovo de Páscoa que recebia vinha de ações voluntárias. Um relato que reforça o impacto real dessas iniciativas na vida de quem recebe, mas também de quem participa.

Assista ao vídeo: instagram.com/reels/DWeIk0ZiKvW

Durante o mês, realizamos a entrega de ovos de Páscoa nas ações, fortalecendo esse gesto de cuidado e presença junto à população em situação de rua.

Essas ações também são possíveis a partir das emendas parlamentares recebidas, que vêm sendo aplicadas com responsabilidade para ampliar o alcance do projeto viabilizando não só as ações nas ruas, mas também o desenvolvimento de iniciativas como o curso, o livro e o documentário.

EM CELEBRAÇÃO AO MÊS DO LIVRO

Neste mês em que celebramos o livro, seguimos acompanhando o nascimento de uma nova história que vem dos territórios.

Andréia Bico Doce, moradora da Vila Maria, está em processo de criação do seu primeiro livro, atualmente em fase de diagramação, com lançamento previsto para a Bienal do Livro, em setembro.

Sua escrita nasce da vivência, da necessidade de contar a própria história com verdade e do seu próprio jeito e é nesse processo que o Relacionais atua, apoiando a transformação desse material em livro, sem perder a essência de quem escreve.

“Eu escrevo porque minha vida foi dura e porque eu preciso contar do meu jeito.”

Seguimos valorizando histórias que precisam ser contadas.

Assista um pouco desse relato nesse vídeo que postamos em nosso Instagram: instagram.com/reel/DTgpQjnkRFt/?igsh=dmc1dTI5Zjg2MWt1

COMPARTILHAR PRA MULTIPLICAR

Mais do que realizar ações, o Relacionais também atua na formação de outras iniciativas.

Por meio de consultorias e processos formativos, compartilhamos nossa metodologia e experiência para apoiar a criação e o fortalecimento de projetos de voluntariado em diferentes contextos.

Ensinar a ser voluntário, para nós, é garantir que mais pessoas e organizações estejam preparadas para atuar com responsabilidade, continuidade e impacto real.

Visite o nosso site e saiba mais: https://www.relacionais.org.br/formacao/

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DuForno – Março de 2026

 

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MARÇO É UM MÊS DE LUTA, MEMÓRIA E RECONHECIMENTO.

No Relacionais, esse compromisso também se reflete dentro de casa: nossa equipe é formada integralmente por mulheres — incluindo a nossa direção — e segue inspirada pela trajetória de Marisa Greeb, fundadora do Instituto, que há anos impulsiona caminhos de escuta, cuidado e transformação.

Seguimos juntas, fortalecendo redes, construindo projetos e atuando por mais dignidade, justiça e direitos.

UM MOVIMENTO DE CUIDADO E ESPERANÇA NAS RUAS DE SÃO PAULO

O Banho pra Geral é um projeto que leva cuidado, afeto e respeito à população em situação de rua. Com uma carreta equipada com chuveiros de água quente, realizamos ações em diferentes regiões da cidade de São Paulo, promovendo dignidade, escuta e acolhimento.

Para fortalecer essa rede, também contamos com uma nova plataforma de doação, simples e segura. Com apenas um clique, é possível contribuir com roupas, alimentos ou doações financeiras via Pix, boleto ou cartão.

Acesse: banhoprageral.org.br

EMENDAS PARLAMENTARES: FORTALECENDO QUEM ESTÁ NA PONTA

Nos últimos anos, o projeto também vem sendo fortalecido por meio de emendas parlamentares, um instrumento público que permite direcionar recursos para iniciativas que atendem diretamente às necessidades da população.

Em 2024, recebemos uma emenda municipal que possibilitou a realização do Seminário Nacional de Justiça de Transição para Povos Indígenas, reunindo mais de 200 lideranças.

Já em 2025, o Banho pra Geral foi contemplado com duas emendas parlamentares, voltadas ao fortalecimento das ações de cuidado, autoestima e segurança alimentar da população em situação de rua em São Paulo. Os recursos foram destinados pela vereadora Marina Bragante, via Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), e pela deputada federal Tábata Amaral, por meio do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.

Quando bem aplicadas, as emendas parlamentares são ferramentas importantes para ampliar o alcance de iniciativas que geram impacto real na vida das pessoas.

FÓRUM MEMÓRIA, VERDADE, REPARAÇÃO INTEGRAL, NÃO REPETIÇÃO E JUSTIÇA PARA OS POVOS INDÍGENAS

Foto: Tukumã

Da esquerda para direita Ricardo Terena (APIB), Dinaman Tuxá (APIB), Paulino Montejo (APIB), Elaine Moreira (OBIND), Deborah Duprat (jurista), Dr. Ademar Borges (Assessor gabinete Ministro do Ministério da Justiça) e Marlon Weichert (MPF).

No dia 17 de março, aconteceu a 18ª Plenária do Fórum, que reuniu mais de 60 entidades indígenas, indigenistas e especialistas. O encontro teve como foco o planejamento das ações para 2026, incluindo a participação no ATL (Acampamento Terra Livre) e o fortalecimento das estratégias para a criação da CNIV.

Coordenação do Fórum:
APIB – Articulação dos Povos Indígenas do Brasil
MPF – 6ª Câmara de Coordenação e Revisão
IPR – Instituto de Políticas Relacionais
OBIND-UnB – Observatório de Direitos e Políticas Indígenas
Apoio: Embaixada da Noruega no Brasil

Para saber mais, acesse:
https://www.forumjtpi.org.br/porumacniv

JUSTIÇA DE TRANSIÇÃO PARA POVOS INDÍGENAS

O projeto Justiça de Transição para Povos Indígenas, junto ao Fórum Memória, Verdade, Reparação Integral, Não Repetição e Justiça, participará do ATL (Acampamento Terra Livre) com o objetivo de ampliar o debate sobre a temática e fortalecer a mobilização pela criação da CNIV – Comissão Nacional Indígena da Verdade.

A proposta de criação da Comissão foi construída coletivamente por mais de 60 organizações parceiras e entregue, em outubro de 2025, a diferentes ministérios do governo federal por lideranças indígenas da APIB.

Grupo de trabalho de Pesquisadores Indígenas

Da esquerda para direita:  Fetxawewe Tapuya Guajajara Veríssimo, Manuele Pimentel Serra,Iury da Costa Felipe,Ayla Samila Ferreira Tapajós, Danilo Ferreira Alexandre,Rafaela Andrade Cruz, Luiza Kelly Assis de Oliveira.

O grupo segue a pleno vapor na escrita do livro sobre Justiça de Transição, a partir das experiências das pesquisas de campo realizadas nos territórios indígenas.

O material é construído com base na Metodologia de Escuta Ancestral, desenvolvida pelos próprios pesquisadores ao longo do projeto, e reúne estudos de casos sobre violações contra os povos indígenas, que poderão subsidiar processos de responsabilização e justiça.

A publicação está sendo organizada pela pesquisadora indígena Braulina Baniwa, que também integra o processo coletivo de construção do projeto.

Conheça também os títulos já publicados nas edições anteriores do projeto, por meio da nossa editora Selo da Rua. (clique aqui: https://www.relacionais.org.br/portfolio-item/selo-da-rua/)

O projeto Justiça de Transição para Povos Indígenas é uma realização do Instituto de Políticas Relacionais e do OBIND – Observatório dos Direitos e Políticas Indigenistas, em parceria com a APIB – Articulação dos Povos Indígenas do Brasil e o Armazém Memória, com apoio da Embaixada Real da Noruega no Brasil.

ACAMPAMENTO TERRA LIVRE 2026

Vem aí a maior mobilização indígena do Brasil.

Entre os dias 5 e 11 de abril, em Brasília (DF), acontece o Acampamento Terra Livre 2026, principal espaço de articulação e mobilização dos povos indígenas.

Com o tema “Nosso futuro não está à venda: a resposta somos nós”, definido durante o Fórum de Lideranças da APIB, o encontro chega à sua 22ª edição reunindo lideranças de todo o Brasil em defesa dos direitos, dos territórios e do futuro dos povos originários.

Saiba mais: https://apiboficial.org/2026/02/19/nosso-futuro-nao-esta-a-venda-a-resposta-somos-nos-e-tema-do-atl-2026/

DO PAPEL À PRÁTICA

Muitos projetos ficam pelo caminho. Às vezes, falta conhecimento técnico para tirar a ideia do papel. Em outros casos, o conhecimento existe, mas falta sensibilidade para compreender as relações e os contextos onde essas iniciativas acontecem.

O Relacionais atua justamente nessa intersecção.

Fazemos a ponte entre a objetividade das instituições e a complexidade das relações humanas, conectando planejamento, escuta e execução. Nosso compromisso não é apenas acessar informações, recursos ou histórias, mas devolver — garantindo que cada processo gere pertencimento, participação e acesso a direitos.

Saiba mais: https://www.relacionais.org.br/o-que-fazemos/

RÁDIO DA RUA

A Rádio da Rua é um espaço aberto de escuta e comunicação dos territórios — e você também pode fazer parte disso.

Se você tem uma pauta, uma história ou vontade de criar um programa, esse espaço também é seu.

👉 Envie sua proposta:
https://www.radiodarua.com/contato

📲 Instagram: @radiodarua

VEM NOVIDADE POR AÍ

Encerrando este DuForno, compartilhamos um pouco dos bastidores de um projeto muito importante pra gente.

Gravamos o novo curso de voluntariado do Banho pra Geral, pensado a partir da nossa experiência prática ao longo dos anos, reunindo aprendizados, conceitos e caminhos para quem deseja atuar com a gente ou fortalecer iniciativas nos seus próprios territórios.

Em breve, o curso estará disponível em uma plataforma online, permitindo que mais pessoas possam acessar esse conteúdo no seu tempo, com direito a certificado ao final.

👉 As inscrições já estão abertas: https://chk.eduzz.com/39YDVN449O

Seguimos por aqui, em movimento, construindo coletivamente e ampliando nossas ações.

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